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Sobe a 38 o número de mortos pelas chuvas na Ilha da Madeira, em Portugal

fev. 21, 2010 1 comments
Mais de 100 pessoas se feriram, e 200 perderam suas casas.
Equipes vindas do continente vão ajudar nas buscas.

Equipes de resgate encontraram mais corpos neste domingo (21), e o número de mortos pelas enchentes na Ilha da Madeira, em Portugal, subiu de 32 para 38. Mais de 100 pessoas estão feridas, ao menos 2 em estado grave.

Francisco Ramos, secretário regional para Assuntos Sociais, disse que o número de mortos pode subir, pois as buscas continuam. Equipes vindas do continente, inclusive do Exército, vão ajudar no resgate.

Foto: AFP

Estrago provocado pelas chuvas de sábado (20) em Funchal, capital da Ilha da Madeira, em Portugal. (Foto: AFP)

Foto: AP

Homem é resgatado ao tentar atravessar rua alagada em Funchal, na Ilha da Madeira, no sábado (20). (Foto: AP)

As enchentes e os deslizamentos de terra atingiram o arquipélago no sábado, destruindo pontes, bloqueando estradas com pedras e lama e deixando localizadas isoladas na ilha atlântica, que tem cerca de 250 mil moradores e é um popular destino turístico português, atraindo principalmente britânicos.

A chuva alagou ruas de Funchal capital do arquipélago da Madeira, que fica 900 km ao sudoeste de Lisboa.

Mais de 100 pessoas foram feridas e cerca de 200 tiveram suas casas destruídas e precisaram ser levadas a abrigos providenciados pelas autoridades locais.

O premiê português, José Sócrates, visitou o local na noite de sábado e prometeu toda a ajuda ao governo local.

Meteorolistas portugueses disseram que a quantidade de chuva no sábado foi superior à média, mas que não deve chover mais nos próximos dias na região.

Foto: Reuters

Policial ajuda morador a atravessar rua alagada durante enxurrada neste sábado (20) em Funchal, na Ilha da Madeira. (Foto: Reuters)


Em declarações à imprensa portuguesa, o prefeito de Funchal, Miguel Albuquerque, disse que várias de suas avenidas principais e bairros estão completamente intransitáveis. As regiões mais baixas da cidade e dois de seus principais shoppings tiveram que ser esvaziados.

Devido aos ventos de até 100 km/h, o tráfego aéreo foi desviado para as Ilhas Canárias, a menos de 400 quilômetros de distância.

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